Fala Aí, Joãozinho
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Piadinha Infâme
Ultimamente tenho usado bastante o Facebook, principalmente por causa dos joguinhos Máfia Wars e UFC. Até minha namorada brinca comigo por causa disso, mas ela aceita belezinha (ou pelo menos finge bem). Pois é, esses dias minha vó esteve aqui em casa e ela é daquelas bem devotas. Ela teve a brilhante idéia de me convidar para ir até a igreja e eu a mais brilhante de aceitar.
Cheguei lá e não conseguia parar de pensar nos meus joguinhos lá... perdendo tempo para passar de nível. Fiquei sentado naqueles bancos duros, escutando os cantores desafinados (por que só nas igrejas evangélicas tem bons cantores?) até chegar o momento do "Corpo de Cristo". Fiquei cara-a-cara com o padre e ele pergunta:
- Você aceita Jesus?
- Sim, é só ele me adicionar lá no Facebook e entrar na minha máfia!
Pra quê??? Eu acabei vendo o "Ódio de Cristo" nos olhos do padre... Mas o Facebook continua lá bombando... aisuiausiuaisiasiaiusiasa
Homofobia: Qual é o limite da marcha?
Ok... eu sei que a imagem é forte e por isso é que ela merece um post. O assunto que mais rola hoje em dia na TV e nas redes sociais é HOMOFOBIA. Esta imagem surgiu na época que o governo cogitou a hipótese de implantar um KIT ANTI-HOMOFOBIA nas escolas de ensino fundamental.
Sou a favor que cada um faça o que quiser de sua vida e DESPREZO pessoas homofóbicas, no entanto, imagens deste tipo, me fazem refletir: Até que ponto vai o direito dos homossexuais de protestarem por suas liberdades sexuais?
Uma imagem assim, sem a frase presente na fotografia, seria encarada como pedofilia e repudiada. "Ah, mas a frase é o que dá o contexto para a imagem". Sim, concordo, porém isto não muda o fato de serem crianças presentes na imagem.
Dia desses, em conversa com um amigo... tocamos no assunto e concluímos que para alguns homossexuais a aceitação da sociedade não é suficiente... Para esta pequena parcela de homossexuais, ao que nos parece, ser aceito não basta, é preciso que sejam aplaudidos quando passam pela rua.
Atitudes assim, me parecem tentativas agressivas de "enfiar guela abaixo" a homossexualidade na sociedade. É óbvio que discriminar alguém pela sua orientação sexual é inaceitável, mas poxa... O que mais há para ser conquistado? Acredito que atualmente um homossexual não sofre desvantagem na hora de conquistar uma vaga no mercado de trabalho apenas por sua opção sexual. O casamento civil entre pessoas do mesmo sexo já é permitido e reconhecido por lei. Então, o que ainda há para ser conquistado?
A aceitação de todos? Nem Cristo foi amado por todos... o fato é que niguém consegue agradar à todos.
Dizer que ser homossexual é normal? Sim, é normal as pessoas se relacionarem entre si, independente de seus sexos, agora jamais será normal um pai, ao descobrir que terá um menino, decorar o quarto do bebê de rosa e dizer para os amigos que sonha em ter um filho homossexual. As pessoas que disserem isto, ok... Respeitarei... mas, na minha opinião, não passam de hipócritas.
"Ahhhh, mas eu aceitaria se o meu filho fosse gay!" Sim, é lógico e não estará fazendo mais que sua obrigação. Aceitar e desejar são coisas completamente diferentes. Um filho a gente ama, sob qualquer circunstância.
Para finalizar, gostaria de ressaltar, mais uma vez, HOMOFOBIA é crime e deve acabar. E em nome de todos os amigos homossexuais que tenho, também abraço esta causa, porém é preciso lembrar que esta luta, é contra a Homofobia e não, uma apologia ao homossexualismo.
Salve a DIVERSIDADE, salve a LIBERDADE
Homofobia
Esses dias em conversa com minha professora, surgiu o assunto sobre Homofobia. Como não sabia muito bem como classificar pessoas como sendo homofóbicas ou não, perguntei a ela:
-Professora, se eu não gostar de gays, eu sou homofóbico?
-Sim, João. Neste caso você é homofóbico
-Ok professora... Mas e se eu gostar de lésbicas, continuo sendo homofóbico?
-NÃO, aí você é MACHISTA
Desde este dia... fiquei mais confuso ainda... Afinal, a homofobia não está relacionada à homossexualidade?
-Professora, se eu não gostar de gays, eu sou homofóbico?
-Sim, João. Neste caso você é homofóbico
-Ok professora... Mas e se eu gostar de lésbicas, continuo sendo homofóbico?
-NÃO, aí você é MACHISTA
Desde este dia... fiquei mais confuso ainda... Afinal, a homofobia não está relacionada à homossexualidade?
Palavrões
AVISO: Este post é recomendado para maiores de 18 anos e para pessoas que ao baterem com o mindinho do pé na quina de um móvel, ao invés de falar aquele palavrão cascudo, solta um: HUMMMM... Traquinas!!!
Minha vida se baseia na arte do insulto (sem trocadilho com o DVD de Rafinha Bastos) e hoje em dia, merda, porra, foda e cu são vírgulas nas minhas citações diárias. Houve um tempo que era pior, a cada 10 palavras que pronunciava, 11 eram pavavras de baixo calão.
No entanto, nem sempre fui um desbocado FDP... as coisas foram sendo aprendidas aos poucos. Minha mãe e meu pai eram pessoas "estressadas" (a fruta nunca cai muito longe do pé), porém continham-se na hora de falar palavrões na minha presença. Só que as vezes não é possível falar para um prego que entra até o talo no garão do nosso pé: HUMMMMM... Inconveniente.
E foi assim, que aos quatro aninhos, tive minha primeira experiência com palavrões. Minha mãe fazia a faxina da casa quando bateu a canela no sofá e largou um sutil: CARALHO. Perguntei a ela o que significava aquela palavra e ela disse que era apenas um outro jeito de falar SOFÁ.
Me satisfiz com a explicação de minha mãe e sua faxina continuou até o nosso telefone tocar. Era uma amiga de minha mãe avisando que iria dar uma passadinha lá em casa. Minha mãe desligou o telefone e soltou um carinhoso: FILHA DA PUTA. Curioso, perguntei o que aquela expressão significava, ela, na mesma linha, explicou que era apenas uma forma carinhosa de falar VISITA.
Minha mãe saiu apressada para terminar a faxina e ao entrar no banheiro para lavá-lo, escorregou e deu de nuca no chão e para expressar sua dor, falou um singelo: BUCETA. Novamente questionei-a e ela, já um pouco sem paciência, respondeu que era a mesma coisa que falar BANHEIRO.
A campanhia tocou e fui todo pimpão atender a porta, supondo que fosse a amiga da coroa... Não deu outra, era ela mesma... e sabe como são as crianças, aprendem uma coisa nova e já querem mostrar o quão grande é a sua inteligência...
Ao abrir a porta, estampei AQUELE sorriso maroto e falei:
"Pode entrar Dona FILHA DA PUTA, senta aqui nesse CARALHO, enquanto a minha mãe termina de lavar a BUCETA."
Desde esse dia, minha mãe nunca mais me poupou da verdade.
Minha vida se baseia na arte do insulto (sem trocadilho com o DVD de Rafinha Bastos) e hoje em dia, merda, porra, foda e cu são vírgulas nas minhas citações diárias. Houve um tempo que era pior, a cada 10 palavras que pronunciava, 11 eram pavavras de baixo calão.
No entanto, nem sempre fui um desbocado FDP... as coisas foram sendo aprendidas aos poucos. Minha mãe e meu pai eram pessoas "estressadas" (a fruta nunca cai muito longe do pé), porém continham-se na hora de falar palavrões na minha presença. Só que as vezes não é possível falar para um prego que entra até o talo no garão do nosso pé: HUMMMMM... Inconveniente.
E foi assim, que aos quatro aninhos, tive minha primeira experiência com palavrões. Minha mãe fazia a faxina da casa quando bateu a canela no sofá e largou um sutil: CARALHO. Perguntei a ela o que significava aquela palavra e ela disse que era apenas um outro jeito de falar SOFÁ.
Me satisfiz com a explicação de minha mãe e sua faxina continuou até o nosso telefone tocar. Era uma amiga de minha mãe avisando que iria dar uma passadinha lá em casa. Minha mãe desligou o telefone e soltou um carinhoso: FILHA DA PUTA. Curioso, perguntei o que aquela expressão significava, ela, na mesma linha, explicou que era apenas uma forma carinhosa de falar VISITA.
Minha mãe saiu apressada para terminar a faxina e ao entrar no banheiro para lavá-lo, escorregou e deu de nuca no chão e para expressar sua dor, falou um singelo: BUCETA. Novamente questionei-a e ela, já um pouco sem paciência, respondeu que era a mesma coisa que falar BANHEIRO.
A campanhia tocou e fui todo pimpão atender a porta, supondo que fosse a amiga da coroa... Não deu outra, era ela mesma... e sabe como são as crianças, aprendem uma coisa nova e já querem mostrar o quão grande é a sua inteligência...
Ao abrir a porta, estampei AQUELE sorriso maroto e falei:
"Pode entrar Dona FILHA DA PUTA, senta aqui nesse CARALHO, enquanto a minha mãe termina de lavar a BUCETA."
Desde esse dia, minha mãe nunca mais me poupou da verdade.
Prova prática
Recentemente fui chamado para fazer uma entrevista de estágio e não pensei duas vezes, afinal, a instituição que oferecia era bacaninha e oferecia uma ótima grana pela carga horária. Fui bem faceiro e pimpão para a primeira fase da seleção, uma entrevista com duas pessoas de lá. A conversa foi boa e falei bastante em redes socias (como a minha professora de Cibercultura ensinou) e como essa área me interessava. Aparentemente, os entrevistadores gostaram de mim e disseram que me enviariam um e-mail se fosse classificado para a próxima fase.
Voltei para casa, joguei um video-game e fiquei imaginando se iriam me chamar para a segunda fase. Eis que uma semana depois, chega um e-mail me avisando sobre o dia e a hora para realizar a segunda etapa da seleção, a "PROVA PRÁTICA". Montei na motoca e fui até o local marcado e até que estava bem confiante. Mal sabia eu o que me esperava.
Ao chegar lá, me encaminharam até uma sala onde seria realizada a prova. Eu, e os outros candidatos, tivemos que esperar algum tempo até que fossem liberadas as provas. Chega o grande momento, nos entregam um envelope e ao abrirmos o mesmo, eis que surge a foto do início deste texto. Nos informam que teriamos que redigir um texto jornalístico, a partir da nossa imaginação, sobre a imagem que nos foi dada.
Ok... eu sei que eu poderia falar sobre a evolução da tecnologia, a popularização das redes sociais e da Era Digtal ao alcance de todos... mas o único lide que surgia em minha mente era:
"Mendigo foi visto usando o notebook que roubou de um homem, após estuprá-lo. A cena pode ser vista no centro de Pelotas, quando o meliante olhava suas atualizações no Facebook. A rede que ele usava provinha do roubo de sinal wireless de um prédio comecial."
PORRRRAAAAA... Um mendigo com um notebook é sacanagem... Um lide estúpido para uma imagem surreal... e era isso...
Apresentação
Olá,
Me chamo João, mas todo mundo me conhece como Joãozinho. Durante toda a minha infância fui protagonista de diversas histórias peculiares, algumas verdadeiras e outras apenas mito. Por muito tempo as professoras tiveram medo de mim e chegavam a perder o sono, sabendo que teriam de me encontrar na escola no dia seguinte.
Devido ao meu temperamento (este era o termo usado pelas diretoras e professoras das escolas em que passei), minha mãe recebeu VÁRIOS "convites" para me retirar da escola em que estuda e me transferir para outra. Os anos se passavam e eu continuava sendo o mesmo "muleque piranha", até os 17 anos, quando consegui entrar para a faculdade.
Mesmo contrariado, amadureci um pouco e deixei de ser uma peste, mas continuo me "divertindo" às vezes. Esse blog, na verdade, servirá também como uma válvula de escape para as minhas peripécias, e postarei nele algumas das minhas experiências da infância
Ahhh... A foto do meu perfil é de quando eu estava no auge da safadeza infantil... por isso coloquei ela no meu perfil, para que vocês se identificassem melhor comigo. Mas achei que vocês mereciam ver como eu cresci, só não me perguntem como deixei de ser loiro... pois também não sei e sinto muita falta dos meus cabelinhos de anjo... mascaravam um pouco da minha personalidade... aisuiausiaiusiasiuasuiausiuaisuai
Me chamo João, mas todo mundo me conhece como Joãozinho. Durante toda a minha infância fui protagonista de diversas histórias peculiares, algumas verdadeiras e outras apenas mito. Por muito tempo as professoras tiveram medo de mim e chegavam a perder o sono, sabendo que teriam de me encontrar na escola no dia seguinte.
Devido ao meu temperamento (este era o termo usado pelas diretoras e professoras das escolas em que passei), minha mãe recebeu VÁRIOS "convites" para me retirar da escola em que estuda e me transferir para outra. Os anos se passavam e eu continuava sendo o mesmo "muleque piranha", até os 17 anos, quando consegui entrar para a faculdade.
Mesmo contrariado, amadureci um pouco e deixei de ser uma peste, mas continuo me "divertindo" às vezes. Esse blog, na verdade, servirá também como uma válvula de escape para as minhas peripécias, e postarei nele algumas das minhas experiências da infância
Ahhh... A foto do meu perfil é de quando eu estava no auge da safadeza infantil... por isso coloquei ela no meu perfil, para que vocês se identificassem melhor comigo. Mas achei que vocês mereciam ver como eu cresci, só não me perguntem como deixei de ser loiro... pois também não sei e sinto muita falta dos meus cabelinhos de anjo... mascaravam um pouco da minha personalidade... aisuiausiaiusiasiuasuiausiuaisuai
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| Eu sou o de moleton vermelho! |
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